paraver
25-12-2005, 11:12
O projecto HIDEMAR, finalista do prestigiado Prémio Descartes de Investigação 2005 da Comissão Europeia, promete vir a revolucionar a próxima geração de discos duros, já que é capaz de multiplicar por dez a capacidade de armazenamento da informação a partir de técnicas avançadas de nanotecnologia.
Um grupo de cientistas europeus, liderado por Fernando Briones do Instituto de Microelectrónica de Madrid, desenvolveu um disco duro que multiplica por dez a capacidade de armazenamento de dados, comparativamente aos computadores mais potentes existentes no mercado.
O projecto, denominado HIDEMAR (Self-assembled nanoparticles and nanopatterned arrays for high-density magnetorecordin ), foi um dos trabalhos finalistas do Prémio Descartes de Investigação 2005 da Comissão Europeia.
Citado pelo diário espanhol "El Mundo", Fernando Briones afirmou que a tecnologia utilizada no desenvolvimento «dos discos duros para a próxima geração de computadores deverá combinar «tanto a engenharia, como a ciência básica» .
Briones explicou que a ideia base para o projecto assenta essencialmente «numa nova estruturação dos bytes» a partir de tecnologias super-avançadas . No futuro, os novos sistemas de armazenamento de dados deverão passar pela aplicação de técnicas de nanotecnologia nos chamados «sistemas de magnetorresistência» .
O projecto HIDEMAR foi incluído na categoria "Finalista" instituída pela primeira vez pela organização dos Prémios de Investigação Descartes 2005. Os cinco grandes projectos europeus vencedores do Prémio Descartes 2005 foram o PULSE, trabalho sobre o impacto da ciência europeia dos pulsares na física moderna; o EXEL que versa sobre a extensão do electromagnetismo com novos materiais artificiais; o CECA (alterações do meio-ambiente e as mudanças climáticas no Árctico); o projecto sobre as mudanças sociais na Europa (ESS); e o EURO-PID, investigação sobre doenças e imunodeficiências.
In: Ciberia (http://ciberia.aeiou.pt/?st=3970)
Mais informação sobe o HIDEMAR (http://www.imm.cnm.csic.es/hidemar/index.htm).
Um grupo de cientistas europeus, liderado por Fernando Briones do Instituto de Microelectrónica de Madrid, desenvolveu um disco duro que multiplica por dez a capacidade de armazenamento de dados, comparativamente aos computadores mais potentes existentes no mercado.
O projecto, denominado HIDEMAR (Self-assembled nanoparticles and nanopatterned arrays for high-density magnetorecordin ), foi um dos trabalhos finalistas do Prémio Descartes de Investigação 2005 da Comissão Europeia.
Citado pelo diário espanhol "El Mundo", Fernando Briones afirmou que a tecnologia utilizada no desenvolvimento «dos discos duros para a próxima geração de computadores deverá combinar «tanto a engenharia, como a ciência básica» .
Briones explicou que a ideia base para o projecto assenta essencialmente «numa nova estruturação dos bytes» a partir de tecnologias super-avançadas . No futuro, os novos sistemas de armazenamento de dados deverão passar pela aplicação de técnicas de nanotecnologia nos chamados «sistemas de magnetorresistência» .
O projecto HIDEMAR foi incluído na categoria "Finalista" instituída pela primeira vez pela organização dos Prémios de Investigação Descartes 2005. Os cinco grandes projectos europeus vencedores do Prémio Descartes 2005 foram o PULSE, trabalho sobre o impacto da ciência europeia dos pulsares na física moderna; o EXEL que versa sobre a extensão do electromagnetismo com novos materiais artificiais; o CECA (alterações do meio-ambiente e as mudanças climáticas no Árctico); o projecto sobre as mudanças sociais na Europa (ESS); e o EURO-PID, investigação sobre doenças e imunodeficiências.
In: Ciberia (http://ciberia.aeiou.pt/?st=3970)
Mais informação sobe o HIDEMAR (http://www.imm.cnm.csic.es/hidemar/index.htm).