View Full Version : Acerca da (i)legalidade de certos DivX's
Pois é companheiros, estou com uma certa dúvida existencial, se se sakar uma série que foi capturada numa qq TV americana, que eu apenas visionei, não vendi, é legal?
Basicamente é o mesmo que alguém gravar em VHS e me dar a k7, será isso ilegal também?
Basicamente é o mesmo que alguém gravar em VHS e me dar a k7, será isso ilegal também?
É tão ilegal uma como a outra...
Porquê..?
Então e se eu der uma k7 a um colega meu pra me gravar uma cena pq n tenho video em casa? Também é ilegal?
É uma falha na legislação ou na minha cabeça? Estou a falar de canais abertos...
É tão ilegal uma como a outra...
Não houve uma famosa decisão do Supremo Tribubal norte americano que contrariou isso e abriu o precedente (algures nos anos 70 ou 80)?
Acho que em lembro de ler isso uma vez na Spectrum dentro dum artigo relacionado com este tema.
Bem não estou a afirmar mas acho que me lembro de qualquer coisa.
Andr0m3da 26-11-2004, 15:27 a reproduçao do que vês na TV copiando para qq tipo de suporte é ilegal, até pq existem direitos de autor...qual é a duvida?
Nemesis11 26-11-2004, 15:40 Não houve uma famosa decisão do Supremo Tribubal norte americano que contratirou isso e abriu o precedente (algures nos anos 70 ou 80)?
Acho que em lembro de ler isso uma vez na Spectrum dentro dum artigo relacionado com este tema.
Bem não estou a afirmar mas acho que me lembro de qualquer coisa.
Acho que foi um processo contra a venda de video gravadores.
Não me lembro quem eram as partes, mas se não me engano a decisão foi de que não era ilegal para visionamento privado e por isso não era ilegal a venda destes aparelhos.
Se tiver enganado, corrijam.
Cá em Portugal não sei como é.
Por acaso todas as semanas vejo dois programas que dão em canais ingleses.
EDIT:
Procurem no google por "Betamax case"
The Betamax case was filed in the U.S. Federal District Court of Los Angeles in November 1976 and went to trial on 30 January 1979. In its defense, Sony asserted that a consumer had the absolute right to record programs at home for private use. It drew an analogy to the audio cassette recorder, which was introduced in the 1960s and had made music tapers out of millions of American teenagers. Although the practice had not been tested in the courts, Sony believed a tradition had been established.
Handing down its decision in October 1979, the U.S. District Court ruled in favor of Sony, stating that taping off air for entertainment or time shifting constituted fair use; that copying an entire program also qualified as fair use; that set manufacturers could profit from the sale of VCRs; and that the plaintiffs did not prove that any of the above practices constituted economic harm to the motion picture industry.
These rulings pertained to the court's interpretation of the fair use doctrine as it pertained to consumers. Addressing the matter of retailing of videocassettes, the court let stand the First Sale Doctrine of the 1976 Copyright Act, which stated that the first purchaser of a copyrighted work (e.g. a motion picture on videocassette) could use it in any way the purchaser saw fit as long as copyright was not violated by illegal duplication, etc. This right extended to the rental of videocassettes purchased from Hollywood studios. Until the arrival of the VCR, film companies had received a portion of the box-office or a fee each time one of their films was shown. As holders of copyright on their pictures, the studios by law were entitled to these forms of remuneration. Since the court's interpretation of the First Sale Doctrine threatened to undermine Hollywood's control over the use of its product, Universal appealed the decision.
Although the U.S. Court of Appeals reversed the lower court's decision in October 1981, the decision, if it were to stand, would have been impossible to enforce. The home video market had been expanded enormously since the start of the case; VCR sales had increased from 30,000 sets a year in 1976 to 1,400,000 a year in 1981.
Meanwhile, Sony lost the lead to its Japanese rival Matsushita, which introduced a competing format--VHS (for "video home system")--recorder in 1977. Normally, Sony and Matsushita cross-licensed recording and playback equipment, but for the home video market, the two Japanese companies went their separate ways by marketing systems that were incompatible.(The VHS cassette was larger than the Beta and had a longer recording capability.) VHS overtook Beta as the preferred format for home video and by 1981 more than six Japanese manufacturers had entered the business both in their own names and as suppliers of VHS machines to American firms. Starting out at around $1,300, the price of the machine had been dropping steadily, enabling it to become a standard appliance for most middle-class Americans.
The Betamax case went all the way to the Supreme Court, which reversed the appeals court decision on 17 January 1984. By 1986, VCRs had been installed in fifty percent of American homes and annual videocassettes sales surpassed the theatrical box-office. At first, the major studios believed that the only logical way to market videocassettes was direct sales, reasoning that consumers wanted to buy cassettes and create "libraries" in much the same way as they acquired record albums. But people preferred renting to buying and as the situation stood, retailers and not film producers initially wrung most of the profits from the market. After purchasing a cassette for around $40 wholesale, a retailer could rent it over and over at a nominal charge. In contrast, the film company's profit would be small, less than a few dollars after materials, duplication, and distribution costs had been covered.
In their struggle with retailers to capture a dominant share of the home video market, the major Hollywood companies formulated a two-tiered pricing policy. For the first six months after a new movie went on sale, it would be priced relatively high on the assumption that the overwhelming majority of transactions would consist of sales to video stores for rental purposes. Then as demand began to ebb, the same movie would be reissued at a much lower price to stimulate home sales. The majors used similar strategies overseas and soon became the principal beneficiaries of the new distribution technology.
http://www.museum.tv/archives/etv/B/htmlB/betamaxcase/betamaxcase.htm
Pois bem me pareceu que havia qualquer coisa
So nao sei como e que isso se translada para a situação portuguesa (ou europeia como se calhar e) e se essa decisao nos EUA tb e valida se hipoteticamente eu gravar e depois o meu irmao ir ver (isto nos EUA). A base da decisao parece assentar num time shift ou seja gravar para ver depois. Quando muda o utilizador nao e apenas um time shift
No fundo na minha opiniao e uma treta perder tempo com isto. Proteger o copyright de coisas muito mais straight forward como DVD's ou albuns de musica em CD ja e o que e.. Para que perder tempo com questoes duvidosas? Na altura no entanto (70's) era de facto uma questao importante porque nao havia grandes alternativas para o consumidor. E tb da um debate engraçado este assunto.
Não houve uma famosa decisão do Supremo Tribubal norte americano que contrariou isso e abriu o precedente (algures nos anos 70 ou 80)?
Eu conheço essa decisão, agora nem eu disse que as duas eram ilegais, nem a lei americana se aplica cá.
Só disse que as duas são equivalentes. É tão ilegal uma como outra. Se uma for a outra também é.
Eu conheço essa decisão, agora nem eu disse que as duas eram ilegais, nem a lei americana se aplica cá.
Só disse que as duas são equivalentes. É tão ilegal uma como outra. Se uma for a outra também é.
Pois passou-me ao lado essa pequena variação do teu raciocinio. Tenho de ler com mais cuidado. Também concordo contigo nisso.
So falei da lei americana porque nestes casos (e na epoca que foi) por vezes tem tendencia a abrir precedentes para a Europa. Pode ser que alguem ainda apareça para ai e conheça a nossa lei. Ate podia procurar isso mas ir ver leis para mim e tao divertido como ir pra praia contar graos de areia.
Penso q copiares para visionamento n e ilegal desde q n partilhes essa copia!
Se estas a ver um tv-rip de um canal americano ent alguem o copio para ele e n devia partilhar!
Logo se estas a ver estas a cometer uma ilegalidade.
penso q seja assim!
e como o cds! podes ter um backup mas n o podes ceder a ninguem
Eu conheço essa decisão, agora nem eu disse que as duas eram ilegais, nem a lei americana se aplica cá.
Só disse que as duas são equivalentes. É tão ilegal uma como outra. Se uma for a outra também é.
Por alguma razão a frase não faz sentido em português...
sotavento 27-11-2004, 00:40 O que o espirito das leis em todo e qualquer lado tentam (mal e porcamente) fazer passar é que se vistes na TV podes gravar como "auxiliar de memória" para TI PROPRIO ou para ver depois (caso não tenhas visto em directo ... se deres a ver a mais alguem já é ilegal ... isto é ... a legislação existente "sucks big time"!!!
Por alguma razão a frase não faz sentido em português...
Fazer faz, tu é que lhe queres dar um sentido que não tem, ler coisas que não estão lá escritas...
A legalidade de uma coisa é igual à legalidade da outra, por sinónimo. Já percebeste?
É tão simples como isso.
Fazer faz, tu é que lhe queres dar um sentido que não tem, ler coisas que não estão lá escritas...
A legalidade de uma coisa é igual à legalidade da outra, por sinónimo. Já percebeste?
É tão simples como isso.
Não foi isso que eu quis dizer ;) Já assumes que todos os meus posts são contra ti.
Não faz sentido porque a ilegalidade não é quantificavel, logo não se deve usar o "tão". :)
Não faz sentido porque a ilegalidade não é quantificavel, logo não se deve usar o "tão". :)
Por acaso a ilegalidade até é quantificável. É um dos pontos fundamentais da constituião portuguesa: "A punição por um crime deve se proporcional ao mal provocado por ele".
É com base neste ponto que se pode contestar cerca de 99% das multas de trânsito.
Por isso e que ha homicidio qualificado, negligente, primeiro grau, com dolo eventual...
Por isso e que ha homicidio qualificado, negligente, primeiro grau, com dolo eventual...
Mas nas multas de trânsito não.
Para o código da estrada é tão grave ires a 120 numa estrada nacional às moscas às 3 da manha no meio do Alentejo, como ires no meio de lisboa, ao lado de uma escola cheio de crianças ao lado, a 80Km/h....
Uma coisa ou é ilegal ou não é ilegal.
"A punição por um crime deve se proporcional ao mal provocado por ele".
Concordo totalmente. DENTRO dos actos ilegais temos várias penas de acordo com o mal causado. Mas TODOS os actos passiveis de punição são ILEGAIS. É uma propriedade do conjunto....não algo que distingue elementos dentro do conjunto.
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