View Full Version : [NGC] Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean (RPG)
I_Eat_All 04-08-2007, 22:30 Primeiro lançado no Japão em 2003 e 2004 na America e Europa, é o primeiro jogo da série Baten Baitos mas que na realidade toma lugar depois do Baten Kaitos Origins, uma prequela lançada anos depois. O jogo foi desenvolvido conjuntamente pela Monolith Soft com a Tri-Crescendo e publicado pela Namco.
Monolith é constituida de ex-membros da Squaresoft provenientes das equipas de Xenogears e Chrono Cross (sequela do Chrono Trigger), e isso transparece, já que o jogo é quase uma sequela espiritual do Chrono Cross quer em cenários (feitos pelo mesmo artista e equipa) quer em sistema (apesar de Cross ser um RPG normal e Baten um Card RPG).
O jogo trata-se de um Card RPG, e faz uso intensivo disso para praticamente tudo, desde batalhas até comprar e armazenar items. As cartas são designadas "Magnus" que é uma abreviatura de "Magna Essense", segundo o jogo, Magnus são a verdadeira natureza de todas as coisas, desde armas (como espadas), feitiços e até bens essenciais como a comida.
O jogador tem algumas cartas em branco nas quais pode armazenar o que quiser, um objecto pode ser convertido numa carta magnus e pode retomar posteriormente a sua forma original, no entanto, alguns items como a comida podem sofrer a passagem do tempo, ou seja passado algum tempo poderá estar podre.
Kalas, a personagem principal é um spiriter, ou seja, tem um "espirito guardião" esse espirito não é mais que o jogador, pelo que desta forma o jogador se torna participante na acção, dando conselhos de um leque de opções ou dando conselhos. Quanto melhor a relação do jogador com o personagem mais fácil será fazer combo chains acabadas em spirit sttacks. (equivalente a summons)
O nome Baten Kaitos vem da constelação da Baleia, "Cetus" que em arábico quer dizer "A barriga do monstro maritimo/baleia". Esta influencia está também presente em muitos outros locais do jogo que devem o seu nome às estrelas.
Ao contrário de outros jogos da Monolith como o Xenosaga, Baten Kaitos tem uma visão optimista da humanidade e do mundo.
Imagens:
http://i15.tinypic.com/5ycjlhd
http://i13.tinypic.com/6cybfns.png
http://i13.tinypic.com/4vfewet
http://i9.tinypic.com/4zndv07.png
http://i9.tinypic.com/4pect2e
http://i13.tinypic.com/4u4ny1l
http://i18.tinypic.com/5xh9rmx.png
http://i10.tinypic.com/4ldknes
http://i18.tinypic.com/544i2ao.png
http://i16.tinypic.com/6hdyxsp
bruno_therion 04-08-2007, 22:32 Mais um dos meus favoritos
Bom rpg
Rexobias 06-08-2007, 12:10 Nunca o cheguei a exprementar pois tenho "medo" do modo de combate (cartas.... :(). Posso estar enganado...
I_Eat_All 06-08-2007, 13:03 Nunca o cheguei a exprementar pois tenho "medo" do modo de combate (cartas.... :(). Posso estar enganado...Quando o adquiri também hesitei porque tinha esse medo, mas fiquei surpreendido porque não só funciona muito bem como nos dá uma carrada de opções. Não sabe a RPG de cartas, apenas fazes os ataques através delas. Unica contra-partida real em que consigo pensar é que de facto demora um pouco a masterizar minimamente (umas 3 horas de jogo, sem ler o manual), e inicialmente o teu deck é algo limitado... Mas mais para a frente... ai ui :D
O objectivo ali é maximizares o damage com sequências, cada carta tem um numero, ou vários, seleccionáveis... Então sempre que possivel fazes sequências 1, 2, 3; 2, 4, 6; 7, 5, 3... e isto no final de cada ataque dá-te um bonus de X% na damage inflingida.
Também a forma como o jogo opera, como turn based que é tens alturas para atacar e alturas para defender... a questão é que, ao contrario de muitos RPG's turn based consegues defender os ataques, é aqui que entra a estratégia, passo a explicar, com personagens que têm ofensiva (espadas, bastões, etc) caso não tenhas itens de defesa para usar no primeiro round em que estás a ser atacado terás de sacrificar uma, só depois elas passam a ter côr e as podes usar como defesa, isto incita a teres alguma percentagem de cartas de defesa no baralho e guardares pelo menos uma, para conseguires defender todos os ataques; senão sofrerás sempre o primeiro. Se tiveres poucas cartas para o efeito e como sabes que o ultimo ataque do combo feito pelo inimigo é o que te tira mais HP podes sempre guardar a carta em questão para essa ocasião.
Isto faz com que não sintas "é a minha vez de dar, é a minha vez de levar" é quase pseudo real-time porque nunca ficas completamente indefeso para o sistema de jogo.
Adorei a utilização de cartas "brancas" no jogo também, o principio de poderes armazenar itens presentes nos cenários (maçãs, por exemplo) e os dares a algum dos NPC's. E a passagem do tempo em alguns destes items, por exemplo, apanhar comida e esta ao fim de algum tempo estar podre ou estragada.
O resto do jogo é incrivelmente reminiscente de Chrono Cross (não admira, a equipa é a mesma), quer os cenários, quer a abordagem (fundos pré-renderizados com personagens 3D, não há random battles, dá para as evitar, etc)... e até a musica.
I_Eat_All 15-01-2008, 00:34 *Thread Ressurect*
Um artigo de Game Design explora o Baten Kaitos, por isso...
Aqui fica o excerto:
Game Design Essentials: 20 Mysterious Games
This is not intended to be a "top 20" list, and these games are not presented in a ranked order. Some of the games may seem to only be peripherally associated with the topic. That's because, to truly understand some concept, it's useful to look at both obvious and non-obvious cases. The purpose of the article is to show how other games have done it over the years, and hopefully to inspire you in working on your own projects. You could even play them to see the principle in action.
19/20 - Baten Kaitos
The deck, maintaining it, and the luck of the draw
Developed by Monolith Soft
Battle design by Hiroya Hatsushiba and Yoshiharu Kuwabara
Reason for inclusion:
Since Magic: The Gathering hit it big, card-based battle systems haven't been uncommon either in real-world or RPG settings, but few did it as well as Baten Kaitos and its sequel, which use a deck, customizable by the player, to essentially replace its combat mode's random number generator.
The game:
The Baten Kaitos games are strange in many ways. Instead of plain human beings, all the characters sport wings of some type, which is a bit funky. Polygonal backgrounds have been left out in favor of the PlayStation Final Fantasy technique of using pre-rendered artwork for all areas. And then there's the combat.
Combat is bizarre. Every fight the player gets into is played out as a card game. When a character's turn comes up, the player attacks by playing cards from his hand. She can play one card to do some damage, or she can play a sequence depending on the numbers in the corners of the card. Doing so does considerably more damage, but relies on the player having the right cards both in both his deck and her hand. Playing a run requires cards from a wide range of values, and higher numbers are introduced slowly through the game.
I really can't emphasize the card fighting system enough. Characters have little in the way of statistics because the cards are the whole game. These cards, called "magnus", are collected by the player and organized into decks, which can be rearranged any time outside of combat, in a manner that CCG players might appreciate. But combat itself doesn't really play like any real CCG. The game is more a combination of rummy, with its searching for runs, and snap, because battle still takes place in real time. A turn ends when a player can't play any more cards or a very strict clock runs out on his turn.
Perhaps the biggest effect of the card battle system is that it's possible to get royally screwed over if you draw a poor hand at the start of a fight. Played cards get replenished automatically from the deck, but if the player can't play any cards he only gets to swap out one before the next turn. If the player has unusually bad draw luck even basic encounters can become difficult. Hand size extensions earned through the game make this less likely, but it's hard to ever rule it out completely.
Design lesson:
These are very odd games. It's difficult to imagine it could ever have hit it big in the current marketplace, yet it forges ahead with its oddness as if it were the most natural thing in the world. And it is difficult to dislike for having the sheer balls to replace combat with cards. It's enough to make me wonder, in fact, if the game could have been made on a more popular system than the Gamecube. As an exclusive for the tiny purple box, it was probably a foregone conclusion that the game wouldn't be profitable, so they just damned financial success and went and made what they wanted to make. There's nothing like certain failure to loosen inhibitions!Fonte: http://www.gamasutra.com/view/feature/3485/game_design_essentials_20_.php?page=20
Sempre bom, ver esta saga a ter a atenção que merece.
I_Eat_All ou outra pessoa que conheça bem o jogo por favor expliquem-me umas coisas.
Eu comprei o Baten Kaitos assim que saiu mas nunca o consegui acabar. Após várias dezenas de horas de jogo cheguei a um boss que não consegui vencer (não me dediquei muito a evoluir as personagens) por isso vi-me obrigado a desistir.
Uma das razões que me levou a desistir foi o facto de nunca ter apanhado a mecânica do sistema de combate. Alguém me pode explicar como é que funcionam essas sequências de cartas que se fazem. Eu lembro-me que algumas cartas chegavam a ter um número em cada canto, ou em 3 cantos, e eu nunca percebi quais eram os números que deviamos usar para fazer sequências.
a sequência é simples, preferencialmente começas com uma carta (já não me lembro do simbolo dela :( ) e vais jogando sequencialmente com esses números que aparecem no canto. 1, 2, 3, 4, 5 etc. quanto mais encadeares, maior é o combo
a sequência é simples, preferencialmente começas com uma carta (já não me lembro do simbolo dela :( ) e vais jogando sequencialmente com esses números que aparecem no canto. 1, 2, 3, 4, 5 etc. quanto mais encadeares, maior é o combo
Pois mas o meu problema é que as cartas chegavam a ter um número em cada canto. Só me devo preocupar com o encadeamento dos números de um só canto da carta? A partir do momento em que os números de um canto formam uma cadeia n preciso de ligar aos números nos outros cantos da carta?
I_Eat_All 17-01-2008, 13:16 Arghhh... vi o teu post quando estava num sitio em que não podia escrever a resposta e depois passou-me de ideia :X
Pois mas o meu problema é que as cartas chegavam a ter um número em cada canto. Só me devo preocupar com o encadeamento dos números de um só canto da carta? A partir do momento em que os números de um canto formam uma cadeia n preciso de ligar aos números nos outros cantos da carta?Os numeros em cada canto são apenas para facilitar as sequências (é aí é que o jogo começa a ter mesmo pica); o canto em si não é importante; apenas quer dizer que aquela carta tem capacidade para ser um 1, 3, 5 ou um 7 (por exemplo), basta começares a selecioná-las via analog C, inclinando para o lado do numero que queres.
Já agora encravaste onde? inicio do segundo DVD?
Pure_Water 18-01-2008, 01:27 é uma pena so conseguir arranjar este jogo a preços que eu n acho que um jogo GC actualmente valha, mas se encontrar por aí um a bom preço, acho que arrisco. Parece ter mt bom aspecto.
Os numeros em cada canto são apenas para facilitar as sequências (é aí é que o jogo começa a ter mesmo pica); o canto em si não é importante; apenas quer dizer que aquela carta tem capacidade para ser um 1, 3, 5 ou um 7 (por exemplo), basta começares a selecioná-las via analog C, inclinando para o lado do numero que queres.
Finalmente alguém me conseguiu explicar a cena dos números. Nunca tinha topado essa cena do analog C para escolher os números, mas agora já percebi.
Já agora encravaste onde? inicio do segundo DVD?
Encravei na batalha contra o Kalas quando ele se torna mau. Penso que já era no segundo Cd.
Agora quando tiver de férias em Fevereiro vou ver se finalmente passo o jogo todo.
Obrigadão pela ajuda.
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